Força 8×2 Fuerza
A Final do mundial de areia com cara latina-americana

Bem brasileiro! Assim foi toda a Copa do Mundo de Futebol de Areia, no Rio de Janeiro. Agora realizado pela FIFA, ficaram até mais competitivos, organizados e emocionante, mas os países que ainda dominam esse futebol são os da língua lusitana, Brasil e Portugal. Essa foi a terceira edição, desde que a FIFA assumiu a modalidade, um título Francês e dois brasileiros. No Rio de Janeiro, estava na cara que ia dar Brasil, que conta com um jovem e ousado elenco.
Ontém foi a grande final, que consagrou Buru, como o melhor da Copa, consagrou o grande goleiro que é o Mão, e o criativo Bruno essêncial para essa partida, soubre transpor jogadas de campo para areia, sem perder a habilidade na invenção, um show em nossas terras, eu até esperava mais do México, porém o Brasil parece estar a um nível superior, onde o mais perto é o Portugal.
Outo destaque que teve a Copa aqui no Rio, foram as equipes africanas como Senegal e Nigéria que se sentiram bem a vontade no país verde-amarelo, e conseguiram surpreender equipes com maiores tradições, teve o apoio da torcida, mas mesmo assim não foram tão longe. É bom ver vários países envolvidos em uma competição prazerosa e como eu já disse: Aumentar a competitividade.
Mesmo com a alta faturação de vitórias brasileiras, confronto precoce nas qurtas de finais entre Brasil x Portugal não deixou de ser emocionante, nesse clássico venceu o dono da casa 10×7, passamos pela França, mostrando que não somos tão fregueses assim, dos Francos, e pra terminar, fazendo uma final caliente, surpreendentemente, aparece um México na final, e não teve jeito, foi Brasil do início ao fim. Os grands mentores desse título foram o goleio Mão, nome bem sujestivo, o Bruno, articulando as jogadas e marcando o centésimo gol com a camisa do Brasil, além de faturar o prêmio ‘chuteira de bronze’ da Adidas, e saltou a minha atenção o futebol de Betinho, muita garra e muita vontade vencer, por fim o Brasil soube inventar na areia, jogar bem, honrando a camisa e fica aqui só elogios aos jovens que mostraram que somos os donos da areia, e que de futebol entendemos bem.
Wiliam Amorim
estudante de jornalismo
Foto: Fifa.com
